Bué Fixe participa na Formação Internacional "Youth Media Activism"

 

 

Entre os dias 24 de fevereiro e 03 de março a Bué Fixe participou da Formação Internacional  “Youth Media Activism” em Drobollach, Áustria.  
 

Uma formação para jovens focada na área dos meios de comunicação onde foram abordados temas como: Conhecer as bases da retórica, a persuasão e a influência no meios, explorar as possibilidades de utilizar as redes socias  como forma de activismo entre outros.

 Bué Fixe na Formação Internacional EDGES of Gender

Entre os dias 10 e 16 de março em Tirana - Albânia , a Bué Fixe participou na Formação Internacional EDGES of Gender no âmbito do Programa ERASMUS+. Uma formação onde foram abordados temas como: Questões de gênero, identidade, expressão, orientação sexual e sexo biológico, além de técnicas de fotografia como instrumento de conscientização dos temas abordados.

Bué Fixe no Projeto "Dá um Tempo" promovido pelo IPDJ

 

 

Entre os dias 2 e 12 de julho de 2020 a Bué Fixe participou do projeto "Dá um tempo"

promovido pelo IPDJ em parceria com a Câmara Municipal da Amadora com o objetivo de informar  à comunidade jovem dos bairros da Amadora sobre a necessidade de manter as regras  que asseguram o combate ao aumento de casos positivos de COVID19

Bué Fixe participa no "Encontro Europeu de Jovens Lusodescendentes"

A Bué Fixe participou no "Encontro europeu de Jovens Lusodescendentes", organizado pela Associação Cap Magellan cujo tema foi “Incluir a diferença: favorecer a empregabilidade de todos os jovens na europa”. O encontro, que contou com a  presença de 50 participantes lusodescendentes e lusófonos provenientes de diferentes países, teve lugar na região da Comunidade intermunicipal da região Oeste em Portugal, entre os dias 10 e 14 de agosto.

Bué Fixe subscreve “Carta Aberta Pelos Direitos dos e das Migrantes – Por um Portugal mais Igual” elaborada em conjunto com outras 8 associações e organizações humanitárias.

Unidos os esforços contra o cancelamento e atraso nos agendamentos, a escassez de vagas para novas marcações e a demora nos processos de decisão, denunciamos uma política migratória que não respeita as pessoas migrantes, nem os seus direitos. O Governo Português deverá, pois, assumir a sua responsabilidade perante as consequências nefastas e as limitações no exercício de direitos civis, que esses cancelamentos e essas demoras – seja nos agendamentos, quanto no decurso temporal para as decisões – causam a milhares de migrantes.

O mesmo é responsável por dotar o SEF – Serviços de Estrangeiros e Fronteiras – de todos os meios necessários para a prossecução das suas atribuições, de modo a permitir que o serviço prestado seja de qualidade, garantindo a celeridade e a dignidade devidas.

Na sequência do fecho dos agendamentos, as pessoas ficaram impossibilitadas de tratar da sua permanência legal em Portugal, seja nas concessões, nas renovações de autorização de residência, bem como na garantia e no exercício do direito à unidade familiar – no que concerne ao atraso dos reagrupamentos familiares.

 

A presente Carta vem apelar aos deputados da Assembleia da República e aos membros do Governo que se adoptem soluções mais justas e dignas, tendo em conta que:

• Muitas crianças iniciaram o ano letivo e continuam nas escolas sem documentos. Esta situação de irregularidade em território nacional causa-lhes uma exclusão ao nível de acesso a serviços, tais como o SASE (Serviço Ação Social Escolar), o que limita o acesso à alimentação gratuita dispensada pelas cantinas escolares, por exemplo;

•  Muitas pessoas migrantes perderam o seu emprego, ou perderão a possibilidade de terem a sua atividade profissional. Além de não poderem receber o subsídio de desemprego ou o rendimento social de inserção, apesar de fazerem descontos e pagarem impostos, como qualquer português;

•  Muitos tornam-se um alvo fácil para as máfias, pela extorsão e exploração, por se encontrarem numa situação de grande vulnerabilidade;

•  Outros tantos terão a sua matrícula e a sua inscrição no Ensino Superior e nas Escolas Profissionais condicionadas pela ausência do título que comprove a sua permanência regular em território português;

•  Não raras vezes, as pessoas enfrentam constrangimentos no acesso à saúde, visto terem de pagar custos reais ao invés de taxas moderadoras, sendo mesmo, por vezes, negado em absoluto o serviço.

 

As Associações e organizações  subscritoras desta carta:

JRS – Serviço Jesuítas aos Refugiados Portugal · Casa do Brasil de Lisboa · Associação Renovar a Mouraria · Associação Solidariedade Imigrante – SOLIM · CRESCER · SOS Racismo · Olho Vivo · Associação Bué Fixe · ALCC – Associação Lusofonia, Cultura e Cidadania

Bué Fixe no Projeto SlamAmadora

Entre fevereiro e agosto a Bué Fixe promoveu o projeto “Slamadora” no município de Amadora.
Um Solidarity Project, no âmbito do Corpo Europeu de Solidariedade que visa combater o Discurso de Ódio através do Slam.

Foram utilizadas técnicas como o Slam Poetry e a improvisação teatral.

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Amadora – Grande Lisboa – Portugal